Os nove meses se completaram, ou melhor, as 40 semanas como preferem os médicos, e o bebê não dá sinais de que vai nascer. O que fazer? Algum problema aconteceu? Nada disso. Se a gravidez não envolver complicações, como pressão alta ou diabetes, por exemplo, esta é uma situação normal que acontece mais vezes do que se imagina.
A ginecologista e obstetra Andrea Campos, que realiza partos no Hospital São Luiz, explica que, em condições normais, o corpo da mulher avisará a hora certa do nascimento do bebê (bebês). As contrações regulares serão o sinal para a chegada do filho tão esperado. “Geralmente, o limite é de 42 semanas, mas depende muito das condições intra-uterinas, como nível do líquido da placenta e situação do feto. Para acompanharmos, fazemos novo ultra-som ecardiotocografia (exame que avalia vitalidade geral do feto, batimento cardíaco, no final da gestação)”, elucida.
Segundo Andrea, a ansiedade das futuras mamães deve ser trabalhada durante todo o pré-natal. E a tranqüilidade só ajudará após as 40 semanas de gestação. Para um parto normal, a dilatação só virá com as contrações, que em freqüência ideal acontecem três a cada 10 minutos ou 14 em 1 hora. A obstetra esclarece que exercícios, relações sexuais inclusive, e caminhadas podem estimular sim as contrações uterinas. E, em alguns casos, a indução ao parto feita via medicamento (solução soro e hormônio específico ou comprimidos intra-vaginais), com a paciente no hospital, é a melhor alternativa.
Em todos os momentos, no entanto, o importante é ter orientação do seu médico de confiança. Assim, as 40, 41, 42 semanas de gestação e a vontade de ver a carinha do seu (s) filhote (s) serão uma etapa natural e sem transtornos.
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